“O sonho encheu a noite. Extravasou pro meu dia. Encheu minha vida e é dele que eu vou viver. Porque sonho não morre” (Adélia Prado)

17 de dez de 2013

Mais um Natal chegando...



Mais um dezembro chegou e o 'espírito' do Natal com seus símbolos, luzes e cores estão impregnados no ar. Impossível não respira-los...
 

Notável que não temos neve e mesmo assim o tempo parece congelar nessa época do ano. O comércio acelera, mas todos os outros setores ficam estagnados e, as pessoas,  focadas apenas nos preparativos para a celebração. Nem tentem procurar um novo emprego, uma nova casa, todo projeto de vida deve ser adiado!... Nem doentes podemos ficar, pois os médicos estão mentalmente ausentes a planejar as festas, as compras, as férias e etc.  

Em compensação, as pessoas ficam mais sensíveis e solidárias. Aqui em São Paulo formou-se um grupo de voluntários que saem pelas ruas na noite do dia vinte quatro distribuindo comida aos moradores de rua. Atitude nobre, mas fico pensando na fome que não obedece o calendário e se manifesta o ano todo. 
 

Essa crônica não é de maneira nenhuma uma crítica a quem comemora o Natal. Nada disso! Apenas um relato de como foi que deixei de acreditar nele.

As lembranças mais singelas que eu tenho do Natal vem da minha infância. Eu acreditei no Papai Noel até os nove anos de idade. Depois, meu irmão encontrou os presentes escondidos e acabou com a minha inocência. Mesmo assim, eu passava o ano inteiro esperando por esse dia, afinal, Natal era sinônimo de presentes, roupa nova, a casa cheia de gente (muita gente) e era só o que me interessava. Eu nunca pensei que alguém muito importante tivesse nascido nesse dia. É claro que eu sabia quem era Jesus (ou pensava que sabia). Nessa idade eu já tinha feito o catecismo, só que...

A ceia de Natal na casa da minha infância era repleta de convidados e a cada ano chegavam mais:
para o desespero da minha santa mãezinha. Meu pai era um homem muito popular, hospitaleiro e todos apreciavam sua companhia. Ele também gostava de gente e, bastava ser apresentado à algum parente do parente, ou amigo do amigo que lá ia ele convidar para passar a ceia de Natal na nossa casa.

É por isso que a lembrança mais marcante que eu tenho do Natal é de como minha mãe ficava cansada. Mal entrava dezembro e ela surtava, coitada! A árvore! O presépio! Os presentes! A louça! O faqueiro! O peru! Os convidados!!!... Ela tinha tanto com o que se preocupar e queria que tudo saísse impecável. Lembro-me de tê-la ouvido dizer certa vez: "Este ano não vou me desgastar tanto, todos vão  criticar de qualquer maneira..."
 

Quando me tornei adulta, passei a auxiliá-la nos preparativos e assumi toda a tarefa depois que me casei. Passei a ser a organizadora oficial e ela, a minha auxiliar. E foi assim até que um fato novo surgiu como um divisor de águas que tirou esse pesado fardo das nossas costas.

Eu comecei a estudar bíblia e descobri que Jesus não nasceu em dezembro. Os evangelhos não revelam a data do seu nascimento, mas com toda certeza não foi em dezembro. Em contraste, a data da sua morte é descrita na bíblia com detalhes: o
dia, o mês, o ano e até a hora!  

Por qual motivo – passei a me perguntar. Certamente porque essa, sim, é uma data importante. Portanto, deve ser lembrada e até comemorada, por que não? Afinal, ‘ele morreu para que todos tivessem vida’, diz a bíblia. E para morrer, primeiro ele tinha que nascer. E mais: o próprio Jesus pediu que nos lembrássemos desse dia e instituiu um modelo de comemoração a ser imitada, mas que nada tem a ver com a nossa Páscoa. Celebrá-lo a cada ano nos moldes que Jesus ensinou é manter vivo na memória aquele dia e enfatizar o quanto somos gratos pelo seu sacrifício resgatador.

Na medida que avançava no meu estudo, mais coisas fui descobrindo. O presépio com os três reis magos, por exemplo: a bíblia não revela quantos eram, poderiam ser dois ou dez. E eles não eram reis de coisa nenhuma, eram apenas astrólogos. E, quando chegaram com os seus presentes, meses haviam se passado desde o parto de Maria e a família não estava mais numa estrebaria e Jesus não era mais um recém-nascido.


Essas descobertas me deixaram admirada, mas chocada eu fiquei com a descoberta da tal estrela que guiou os astrólogos até Belém
aquela que é colocada na ponta da árvore de natal e não pode faltar na representação do presépio. Muito sacana aquela estrela, que primeiro guiou-os até Herodes que desejava desesperadamente descobrir o paradeiro da criança para matá-la.  Seria aquela estrela do bem ou do mal? Um ‘milagre’ de Deus, o Pai da criança?! Hoje estou convicta que não. 

Um dia contei à minha mãe tudo que tinha descoberto sobre o Natal. Ela ouviu atentamente e quando terminei, me perguntou:
"Está me dizendo que por todos esses anos nos desdobramos para comemorar um acontecimento e o fizemos no dia errado?!" rsrs. Disse a ela que fizemos pior do que isso, atribuímos relevância a algo que nunca existiu. Tínhamos vivido uma mentira. 

Naturalmente minha mãe quis saber de onde surgiu toda essa tradição natalina e eu também queria saber. Parti para pesquisas e o que descobri foi ainda pior. Desencanto total que me fez desistir dele definitivamente.
 

Passei a me sentir desconfortável ao comemorar uma data ancorada numa farsa bem arquitetada pela igreja em decadência do século VI. Mesmo cientes que as escrituras não revelam a data do nascimento de Jesus, arquitetaram um plano para atrair povos pagãos que já homenageavam seus deuses no dia 25 de dezembro, com bacanais, fartura de comida, bebida e degradação total, em Roma e muitos outros lugares. O Natal, nos moldes que conhecemos hoje é coisa recente, inventada pelos norte-americanos para conter a violência original e, lógico, incrementar o comércio. 

Sem considerar as verdadeiras origens do Natal, eu me pergunto o que será que Jesus pensa dessa festa, assim mesmo como se apresenta hoje. Será que se sente homenageado ao ser elegido o aniversariante dessa farsa? Ele, que se mostrou tão verdadeiro, humilde e imaterialista quando andou aqui pela terra, será que ele aprova? Gostaria de saber...  

Não nego que ainda curto esse feriado, principalmente quando ele cai na quarta-feira e podemos emendar com a semana toda. Ainda passo os Natais com a minha mãe como tem sido por toda minha vida. A casa dela lá no sítio ainda fica cheia de 'convidados', afinal, minha família cresceu muito. Entretanto, seu único ‘preparativo’ é encomendar a carne fresquinha para o nosso churrasco - feito pelos homens. Essa nossa 'festa' acontece em qualquer feriadão do ano. É a nossa celebração da união em família, com amor, saúde, harmonia e paz.
 

E o meu único preparativo é fazer as malas. Muito bom!



18 comentários:

  1. Sueli,



    Um crônica poética, lindaaaa!


    Tão parecido comigo, das coisas que acreditava, que depois descobri que elas nem existiram, imagine ter dia errado,para comemorar! rs


    Eu não sabia da história do nascimento de Jesus segundo a bíblia!


    Procuro viver minhas comemorações, das coisas que acredito, que muitas vezes nem encontro explicações, nem histórias,e vivo-as da minha maneira, meio que só eu entendo, mas vivo! rsrs


    Amei seu post como admiro seus escritos que convencem, que muitas vezes como esses emociono-me!


    Um abraço ENORME minha querida, Marluce

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  2. Sabe o que é engraçado, dá para entender que a verdade se apresenta primeiro a aqueles no governo, depois para quem realmente deve ouvi-la...

    Eu não sabi destes detalhes.

    Fique com Deus, menina M. Suelli Gallacci.
    Um abraço.

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  3. Eu sou meio relapso quanto à leitura da bíblia, mas gosto de saber das leituras dos estudiosos dela. Outro dia eu vi um pesquisador que há mais de 10 anos, percorre os caminhos de Jesus. Uma das coisas que descobriu é que ele teria nascido entre abril e maio. A data (25/12) foi uma adapatação da igreja no século VIII mais ou menos e ficou assim estabelecida, simbolicamente, só que a igreja não é transparente quanto a isso. Uma pena! De qualquer forma, "é a época de exercermos nosso remorso social", como disse um sobrinho meu que é sociólogo e chocou a todos com esta expressão. Muito bom, Sueli. Abraços. Paz e bem. Ah, e feliz natal, rsrs. PS: depois vou lhe responder o e-mail do meu retrato. Estou negociando com minhas filhas um presente no meu aniversário de 50 anos. Sugestão delas. hahahaha! Abração.

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    1. Cacá, parabenizo seu sobrinho pela ótima frase! Penso exatamente como ele: “Época de exercemos nosso remorso social”. Acho que nunca li algo tão significativo!

      Pela minha pesquisa é provável que Jesus tenha nascido em meados de outubro, mas que importância tem isso? O importante é que ele nasceu.

      Como surgiu o dia 25 de dezembro, ainda pretendo escrever mias sobre isso. Sempre ao meus estilo de “matar a cobra e mostrar o pau” hahaha. Ou seja, citar a fonte histórica.

      Grata pelos seus comentários, eles sempre enriquecem minhas postagens.

      Grande abraço.

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  4. Comemorar na data certa ou errada talvez nem seja o pior hoje já esquece do próprio aniversariante! Não sou muito ligadoem datas comemorativas principalmente quando são impostas pelo comércio!
    Um abraço amiga!

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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    1. ÓOOOOOOOtimo!!! É exatamente o que eu estava esperando!!! \o/

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  6. Gostei muito dos seus escritos .

    estarei sempre por aqui !

    um beijo !

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  7. Oi Sueli! Estava pensando no Natal e o quanto sempre gostei dessa data. Como você, "descobri" há alguns anos o real motivo pelo qual celebramos o nascimento de Jesus nessa época do ano (forma dos cristãos "encamparem" a festa pagã do nascimento do deus Sol). No entanto, a ideia de celebrarmos a vinda de Cristo para nosso mundo ainda me afaga o coração. Aqui em casa lemos a Bíblia na noite do dia 24/12 e agradecemos a Deus o sacrifício feito por nós. Nem preciso lhe dizer que comemoramos com uma festa nas mesmas proporções a Páscoa, não é? rsrs! Beijoquinhas, Deia

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    1. Deia, querida, seu comentário complementa minha postagem. É isso mesmo, o “nosso” Natal nada mais é do que uma festa de origem pagã. Imagina vc que uma grande porcentagem da população mundial não sabe disso, pensa comemorar o aniversário natalino do filho de Deus, quando na verdade trata-se de uma mentira inventada pela igreja para atrair adeptos pagãos adoradores de deuses falsos. A igreja perdia adeptos por causa das suas mentiras e resolveu a questão com outra mentira, unindo as duas festas.

      Inteligente o meio-termo que encontrou para comemorar o “seu natal” rsrs.

      Um beijo enorme e gratíssima pelo seu comentário!

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  8. Aabei de ler o seu texto, e desta vez te achei triste ao falar...

    Mas as suas pesquisas foram interessantes e o texto esta lindo!
    Os meus olhos se fixam na leitura do inicio ao fim e desta vez foi assim, senti voce triste no inicio, mas depois la no final foi bom demais, so fazer as malas, rsrs

    Os meus Natais aqui apesar de toda a Neve sao sempre melancolicos...
    Nao sei porque eu fico triste nesta data! Eu gosto sempre de estar sozinha, mas nao deixam...

    Sueli Eu sei que voce esta super ocupada neste periodo mas mesmo assim te dediquei um selo, porque eu adoro seu Blog.
    Queria te agradecer por sempre que pode da uma passada por la... Eu adoro porque suas palavras sao verdadeiras demais para mim...

    Aqui eu te desejo desde ja um Feliz Natal para a amiga Sueli e para a amiga Vovo! Um grande Beijo

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  9. Bonitas palabras.
    Besos desde España.

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  10. Parabens pelo excelente conteúdo!
    abração.

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  11. Sueli...
    Enfim, tive de tempo de parar para refletir no que escreveria aqui. Já tinha lido o teu artigo e ficado com aquela sensação de que não seria justo um comentário atabalhoado e rápido. Mas agora voltei.
    Como em outras oportunidades, você foi fundo no que disse e todos seus argumentos são irrefutáveis. Por isso posso acrescentar que cada vez mais o que você publica aqui tem de sobra o que se chama de "credibilidade".
    Apenas para acrescentar; num belo dia pegaram as saturnais ( a adoração do suposto "sol invencível" ) que era celebrada em 25 de dezembro e, a fim de que os cristãos tivessem um pretexto para festejar na mesma data, espalharam que Jesus tinha nascido nesse dia. Depois de alguns séculos a coisa colou de um jeito que rapazes de uns 30 anos se vestem com pesadas roupas e barbas brancas e passam um calor daqueles para ganhar uns trocos no tórrido verão brasileiro.
    Mas a verdade é que Jesus não nasceu em dezembro e sim em outubro. A cronologia bíblica deixa isso tão claro! Tens razão ao dizer que na bíblia os primeiros cristãos não comemoravam o nascimento de Jesus, mas sim sua morte.
    E hoje a pergunta até ingênua que qualquer um poderia ouvir de uma criança pequena é o que pinheiros nevados de natal, Papai Noel, São Nicolau, amigos ocultos, trocas de presentes tem a ver com Cristo?
    Por isso minha amiga! Parabéns pelo texto bem escrito e profundo.
    Podes estar certa de que apreciei mesmo a leitura do teu post e, como tu, apenas aproveito os feriadões que as vezes é possível emendar nessas ocasiões. Pena que esse ano não vai ter feriadão!
    Ah! Ia esquecendo, fala aí pros guris da tua família para não deixarem a carne do churrasco queimar! rsrsrsrs
    Um abraço...

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  12. Oi Sueli,
    Não conhecia estes fatos e agradeço por me fazer ciente.
    A alegria do Natal foi muito marcante na minha infância quando ainda acreditava no Papai Noel. Aos poucos a ficha vai caindo, e nós mães, acabamos mesmo a noite de Natal apesar da alegria, muito cansadas. Também tive esta mesma experiência com minha mãe.Depois que me casei, encontrei no meu marido um homem avesso às festas de final de ano, por causa da sua origem mais humilde ainda que a minha. Ele sempre me disse que nunca festejou um Natal em sua família quando criança, no máximo ganhava alguns trocados para comprar bolo na padaria. No nordeste em meio à luta do sertanejo que durante o ano sofria com a seca, as dificuldades eram de uma guerra pela sobrevivência. Hoje diz que participa de tudo sempre voltado ao verdadeiro sentido sem este glamour que perpetua os Natais. Além de tudo foi nesta data que aí em São Paulo perdemos nossa filha, então fica assim meio que triste pelas lembranças.
    Eu já procuro mudar o clima e apostar na alegria, embora carregue as lembranças, mas como tenho mais três filhos não acho justo com eles.
    Sei que fica sempre uma angustia nos finais de ano, pelas correrias, a incerteza de onde iremos passar o Natal. Com os filhos maiores agora, casados ou namorando, eles também ficam divididos entre as famílias, e surgem cobranças, ciúmes, contratempos, muito desgaste, e me pergunto: Pra que? O Natal acontece todos os dias ou pelo menos deveria, assim renasceríamos com Jesus em tudo, na alegria e na tristeza, com fé na superação dos problemas, com a solidariedade que deveria ser diária e não nos finais ano apenas.
    Gostei muito de sua cronica, imaginava que só eu tivesse este descontentamento, esta alegria contida, entre aspas, mas sei que fico torcendo para que passe logo e a vida retorne ao normal apesar de priorizar por assistir as missas. e estar perto de minha mãe que já completou seus 83 anos.
    Um grande abraço minha amiga, obrigada de coração pelo seu comentário maravilhoso lá no blog, deixei resposta lá também.
    O bom é saber que temos um Pai maravilhoso, que "morreu" por nós e continua mais vivo do que nunca e é vida para nós. Um grande abraço. Felicidades
    bjs. desculpe por me alongar.


    Que no Natal e sempre Deus te proteja e aos seus familiares,


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    1. Minha querida amiga,

      Seus comentários complementam o que escrevo sempre com muita lucidez e autenticidade! Eu tbm torço para que essas festas acabem logo e tudo volte ao normal, volte a funcionar nesse pais que já é tão problemático.

      Gostei que tenha citado que as famílias ficam divididas com quem passará essa data, é exatamente isso que vejo entre as pessoas do meu relacionamento. Para que algumas famílias se juntem, outras se separam, e aí surgem desentendimentos e mágoas.

      Não só o glamour do consumismo, mas a comilança, a bebedeira e outros excessos presentes são avessos a tudo que dizem que o Natal representa, até mesmo dentro da cristandade. Será que se lembrarão de Cristo depois do segundo copo? Ah, duvido! É muita hipocrisia.

      Essa tradição do Papai Noel, baita sacanagem com crianças cujos pais não têm condições de comprar presentes. Lembro-me de alguns Natais, eu na rua de casa exibindo minha boneca na manhã do dia 25. Não me esqueço do olhar de uma menina chamada Sara que era de uma família muito humilde.

      Há alguns anos uma família inteira de amigos nossos (pai, mãe, 2 filhos, genro e neto) morreram depois que o carro foi atingido por outro na véspera de Natal, o motorista estava completamente bêbado! Meu irmão tbm perdeu um amigo nas mesmas condições. Enfim, vejo mais pontos negativos do que positivos.

      Lourdinha aqui vc pode se estender a vontade, adoro seus comentários!! Tem muito espaço e fico mega feliz quando meus amigos escrevem bastante, expõem seus pontos de vista, compartilha comigo suas experiências. Não tenho essa vaidade fútil que alguns têm de achar que um comentário inteligente e bem elaborado 'ofusque o brilho' do meu texto. Sinta-se a vontade, amiga, eu tbm acabei me estendendo na resposta rsrs. Ahhhhh, amo muito tudo isso!!!

      Um super beijo dessa amiga que curte demais sua companhia!

      Ps.: estou saindo para uma viagem curtinha, ficarei ausente por poucos dias. Vou torcendo para que a Manuela espere a vovó voltar antes de chegar ao mundo. Já 'bati um papo' com ela e fiz o pedido rsrs.

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  13. Antes de mais nada: ELA VOLTOU!!!

    Agora sim, vamos ao texto. Sabe por que eu amei o que escreveu? Porque falar de Natal é algo MUITO limitado, já exploramos tudo. E quem explora esse lado bíblico e da farsa toda, geralmente, só dá uma pincelada. Você deu corpo à coisa, nos mostrou porquês, explicou, argumentou. Ficou perfeito. Além do mais, existem coisas aí que eu não sabia e muita gente não sabe! Gostei muito, Sueli!
    Realmente, a igreja estava desesperada quando viu a religião sair do controle. Ela utilizou artimanhas diversas, todas a seu favor. Não gosto de entrar em questões religiosas, mas quando me falam de igreja da Idade Média, ih, pode esperar que eu não fico calado. Foi um período longo de absurdos!
    O negócio é comemorar a nosso jeito a união da família, que como você bem citou, é algo que fazemos o ano todo!

    Que você tenha um natal maravilhoso, que signifique sim o nascimento em geral, como todos os que já aconteceram em sua família (e que está pra acontecer de novo!) e também de renascimentos, pois nós estamos sempre sujeitos a renascer.

    Beijão! E muito obrigado!

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    1. Fê, é mesmo difícil ficar calado quando o assunto é as artimanhas e as atrocidades da igreja da Idade Média.

      Sobre as diversas religiões existentes no planeta, também procuro não falar, não dar pitacos, pois pouco sei, não sigo nenhuma. E tbm porque acho algo muito pessoal de cada um. Falo da bíblia que estudo há mais de 30 anos, tenho paixão por teologia. Tiro minhas conclusões com base no que leio e pesquiso. Sigo com meu estudo à parte de qualquer religião, embora alguns não entendem e dizem que eu só falo de religião rsrs. Enfim, não quero fugir do contexto do seu comentário que eu A-DOREI!!!!!!!!! Entendeu perfeitamente meus motivos e argumentos.

      É isso, para comemorarmos e trocarmos presentes não precisamos de datas e pretextos, mas somos livres, graças à Deus!! Podemos fazer a nossa festa acontecer, no Natal, ou não, e celebrarmos o que for de importância para cada um de nós.

      Ameeeei ter vc aqui nesse finalzinho de ano, meu amigo! Já te desejei um montão de coisas boas e reforço meus votos aqui!

      Bjão procê, e até 2014!! Eu volto! Demoro um pouquinho, mas sempre volto! rsrs.

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Sejam bem vindos! Sintam-se a vontade. Comentem, digam o que pensam. Podem rodar a baiana, só não cutuquem a onça com vara curta, ok?... rs