
Não há nada melhor do que ter o privilégio de sentar à frente do computador e desabafar. A gente vai escrevendo, escrevendo, sem se preocupar em buscar palavras bonitas para impressionar. Tudo que mais queremos é botar pra fora o que está atravessado na goela e que pode machucar se não vomitarmos.
Como vocês leram no título, vou escrever sobre amiga louka, assim mesmo com “K”, só pra mostrar que além de louka, é esquisita, afetada, sem noção... Uma pessoa que se não for o caso para internação, pelo menos de um bom psiquiatra precisa, ah, isso precisa!
Se você ainda não tem uma em sua vida, um dia vai ter, isso é tão certo como o sol vai nascer amanhã, pois elas andam por aí, soltas, prontas para abrir aquela boca enorme que abriga uma língua quilométrica e acabar com a tua reputação de boa menina (ou bom menino, pois a espécie ataca homens, também).
São aquelas que tem piti por qualquer motivo, emburra feito criança, entende tudo errado e nos deixa com aquela cara de “o que foi que eu fiz?”
O pior é que isso acontece de uma hora para outra, sem nenhum aviso prévio. Gente louka é assim, muda junto com as fazes da lua, e eu, que me considero uma pessoa normal, não tenho fases, não entendo, fico boiando igual bosta n’água no Rio Tietê.
Gente desse tipo se sente o centro do universo e espera que todos os holofotes estejam voltados para ela. E lá num dia qualquer, você, tão distraída, esquece de elogiar uma roupa, uma atitude, ou qualquer coisa do gênero, e pronto! Você cometeu o crime do século e não merece perdão.
Sinceramente, tenho vontade de mandar catar coquinhos. Eu, hem, que doidera!
Falando francamente, não entendo o tipo e fico me perguntando se relacionamento é isso, uma rasgação de seda sem fim, ou um infinito explicar tim-tim por tim-tim.
Afinal, quem ela pensa que é, a Rainha de Sabá?
Fico me perguntando se meus amigos realmente me conhecem o suficiente para saberem que os tenho na mais alta estima e não preciso ficar o tempo todo repetindo isso, pois vai chegar uma hora que não parecerá verdade, e sim, uma “fala” ensaiada, uma obrigação sem nenhum valor.
Eu não "me ligo" em certas datas ou fatos e não gosto de ficar me policiando o tempo todo "não posso esquecer-me de fazer isso ou aquilo, se não, a fulana vai logo concluir que eu não me importo..." Pô, minhas amigas, minha amizade não pode ser medida por uma frase que eu deixei de dizer: Feliz Aniversário, por exemplo... Quero que a minha amizade seja medida pelas palavras certas que eu digo nas horas certas, quando necessarias. É claro que eu desejo que todos os meus amigos tenham dias felizes, e se possível, todos os 365 do ano, e não numa data específica da qual não me sinto na obrigação de lembrar.
Mas, o que se passou realmente, eu nunca vou saber, pois a louka não fala. Ela conclui que me deixando na ignorância retém o poder só para ela, e me descabelar tentando descobrir faz parte dos seus planos de vingança. Não vou me descabelar, a louka é ela e não eu. hihihi
A minha visão dos fatos é a seguinte: não é de bom tom fazermos julgamentos apressados sobre as atitudes das pessoas – sobretudo, àquelas que chamamos de amigo. Portanto, se não estou agradando e não deseja mais a minha amizade, ótimo, se afaste, mas mande-me pelo menos um sinal de fumaça. Caso contrário, corro o risco de continuar chamando-a de amiga e eu não quero pagar esse mico-leão-dourado.
Não gosto de obrigatoriedade, quero mais é soltar as amarras e tudo o que mais desejo é cercar-me de pessoas livres, adultas e bem resolvidas, e não de crianças mimadas...
Já passou o tempo que eu tinha paciência para lidar com esse tipo de situação. O clima pesado que fica quando há esse tipo de mal entendido é péssimo e me bota pra baixo – justo eu que sou capaz de dar meus dois dentes da frente para manter meu alto astral.
Sabe quando eu vou entrar nesse jogo?... No dia que eu bater com a cabeça!
O mal estar se instala quando a criatura faz questão de deixar claro que somos culpados, embora não diga isso, mas as atitudes dizem. Ficamos sem ação e um enorme ponto de interrogação se interpõe como uma barreira intransponível, desestimulado qualquer tentativa de entendimento.
Nesse caso, há algumas opções: podemos ignorar e fingir que não é conosco - o que a fará parecer mais louka ainda. Ou entrar logo na toca do lobo com a tal pergunta na ponta da língua “te fiz alguma coisa?”... Quem sabe podemos sacar da bolsa um cartãozinho e perguntar: vai um psiquiatra aí?
Como vocês leram no título, vou escrever sobre amiga louka, assim mesmo com “K”, só pra mostrar que além de louka, é esquisita, afetada, sem noção... Uma pessoa que se não for o caso para internação, pelo menos de um bom psiquiatra precisa, ah, isso precisa!
Se você ainda não tem uma em sua vida, um dia vai ter, isso é tão certo como o sol vai nascer amanhã, pois elas andam por aí, soltas, prontas para abrir aquela boca enorme que abriga uma língua quilométrica e acabar com a tua reputação de boa menina (ou bom menino, pois a espécie ataca homens, também).
São aquelas que tem piti por qualquer motivo, emburra feito criança, entende tudo errado e nos deixa com aquela cara de “o que foi que eu fiz?”
O pior é que isso acontece de uma hora para outra, sem nenhum aviso prévio. Gente louka é assim, muda junto com as fazes da lua, e eu, que me considero uma pessoa normal, não tenho fases, não entendo, fico boiando igual bosta n’água no Rio Tietê.
Gente desse tipo se sente o centro do universo e espera que todos os holofotes estejam voltados para ela. E lá num dia qualquer, você, tão distraída, esquece de elogiar uma roupa, uma atitude, ou qualquer coisa do gênero, e pronto! Você cometeu o crime do século e não merece perdão.
Sinceramente, tenho vontade de mandar catar coquinhos. Eu, hem, que doidera!
Falando francamente, não entendo o tipo e fico me perguntando se relacionamento é isso, uma rasgação de seda sem fim, ou um infinito explicar tim-tim por tim-tim.
Afinal, quem ela pensa que é, a Rainha de Sabá?
Fico me perguntando se meus amigos realmente me conhecem o suficiente para saberem que os tenho na mais alta estima e não preciso ficar o tempo todo repetindo isso, pois vai chegar uma hora que não parecerá verdade, e sim, uma “fala” ensaiada, uma obrigação sem nenhum valor.
Eu não "me ligo" em certas datas ou fatos e não gosto de ficar me policiando o tempo todo "não posso esquecer-me de fazer isso ou aquilo, se não, a fulana vai logo concluir que eu não me importo..." Pô, minhas amigas, minha amizade não pode ser medida por uma frase que eu deixei de dizer: Feliz Aniversário, por exemplo... Quero que a minha amizade seja medida pelas palavras certas que eu digo nas horas certas, quando necessarias. É claro que eu desejo que todos os meus amigos tenham dias felizes, e se possível, todos os 365 do ano, e não numa data específica da qual não me sinto na obrigação de lembrar.
Mas, o que se passou realmente, eu nunca vou saber, pois a louka não fala. Ela conclui que me deixando na ignorância retém o poder só para ela, e me descabelar tentando descobrir faz parte dos seus planos de vingança. Não vou me descabelar, a louka é ela e não eu. hihihi
A minha visão dos fatos é a seguinte: não é de bom tom fazermos julgamentos apressados sobre as atitudes das pessoas – sobretudo, àquelas que chamamos de amigo. Portanto, se não estou agradando e não deseja mais a minha amizade, ótimo, se afaste, mas mande-me pelo menos um sinal de fumaça. Caso contrário, corro o risco de continuar chamando-a de amiga e eu não quero pagar esse mico-leão-dourado.
Não gosto de obrigatoriedade, quero mais é soltar as amarras e tudo o que mais desejo é cercar-me de pessoas livres, adultas e bem resolvidas, e não de crianças mimadas...
Já passou o tempo que eu tinha paciência para lidar com esse tipo de situação. O clima pesado que fica quando há esse tipo de mal entendido é péssimo e me bota pra baixo – justo eu que sou capaz de dar meus dois dentes da frente para manter meu alto astral.
Sabe quando eu vou entrar nesse jogo?... No dia que eu bater com a cabeça!
O mal estar se instala quando a criatura faz questão de deixar claro que somos culpados, embora não diga isso, mas as atitudes dizem. Ficamos sem ação e um enorme ponto de interrogação se interpõe como uma barreira intransponível, desestimulado qualquer tentativa de entendimento.
Nesse caso, há algumas opções: podemos ignorar e fingir que não é conosco - o que a fará parecer mais louka ainda. Ou entrar logo na toca do lobo com a tal pergunta na ponta da língua “te fiz alguma coisa?”... Quem sabe podemos sacar da bolsa um cartãozinho e perguntar: vai um psiquiatra aí?